O regresso a Portugal está a ganhar tração por uma razão muito pouco poética e muito poderosa: a matemática do fim do mês. Em várias geografias onde vivem grandes comunidades portuguesas, o salário continua a ser mais alto, mas a combinação entre renda, crédito, transportes e custo de vida está a reduzir o rendimento disponível e a pôr a pergunta em cima da mesa: “vale a pena continuar longe?”
Ao mesmo tempo, Portugal entra em 2026 com um enquadramento macro relativamente mais favorável do que muitos mercados europeus maduros. A Comissão Europeia aponta para aceleração do crescimento em Portugal para 2,2% em 2026, enquanto o FMI projeta 1,9%. Numa Europa onde o crescimento é mais curto e a confiança mais frágil, o contraste torna-se evidente: o FMI projeta 1,3% para o Reino Unido e 0,7% para França em 2026.
Não é “Portugal está perfeito”; é Portugal a voltar a ser, para muitas famílias, uma opção racional e executável. Depois há o grande acelerador silencioso: a crise da habitação na Europa deixou de ser um tema local e passou a ser estrutural. Segundo o Eurostat, entre 2010 e o segundo trimestre de 2025, na UE, os preços das casas subiram 60,5% e as rendas 28,8%. E quando comparamos o 2.º trimestre de 2025 com o mesmo período de 2024, as rendas subiram 3,2% e os preços 5,4%. Este aperto explica por que motivo, do Luxemburgo à França, do Reino Unido aos Países Baixos, cresce a sensação de “ganhar bem para pagar casa e deslocação” e por que motivo o regresso começa muitas vezes muito antes da mudança física: começa na decisão de comprar, investir, reabilitar ou preparar uma transição.
Um sinal objetivo de que esta ligação económica a Portugal está viva (e a puxar decisões reais) é o fluxo financeiro. Em 2024, as remessas dos emigrantes ultrapassaram os 4,3 mil milhões de euros, um novo máximo histórico segundo o Banco de Portugal. Em 2025, a dinâmica não “arrefeceu”: no 1.º semestre já iam 2.104 milhões de euros, e os últimos dados oficiais até outubro apontam para cerca de 3,5 mil milhões, praticamente em linha com o período homólogo — um sinal de continuidade da capacidade (e intenção) de investir, apoiar família e, cada vez mais, transformar planos em ativos reais.
Quando o dinheiro regressa com esta consistência, a procura por ativos tangíveis, com destaque para imobiliário, terreno, reabilitação e projetos familiares, tende a acompanhar. Para os profissionais do setor em 2026, o sinal é simples: a procura da diáspora vai continuar a crescer, mas vai privilegiar quem estiver presente e quem reduzir fricção. A decisão acontece no estrangeiro, em telemóvel, com pouco tempo e alta exigência de confiança.
Quem comunica com consistência, educa o mercado com informação útil e prova capacidade de acompanhamento à distância, entra mais cedo na shortlist.
É exatamente aqui que a Imocomunidades – Feira do Imobiliário de Portugal pode ajudar: reforçar a sua presença junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, dar-lhe montra, contexto e proximidade, e transformar atenção em contactos qualificados — num ano em que “estar visível” deixa de ser opcional.
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Ao mesmo tempo, Portugal entra em 2026 com um enquadramento macro relativamente mais favorável do que muitos mercados europeus maduros. A Comissão Europeia aponta para aceleração do crescimento em Portugal para 2,2% em 2026, enquanto o FMI projeta 1,9%. Numa Europa onde o crescimento é mais curto e a confiança mais frágil, o contraste torna-se evidente: o FMI projeta 1,3% para o Reino Unido e 0,7% para França em 2026.
Não é “Portugal está perfeito”; é Portugal a voltar a ser, para muitas famílias, uma opção racional e executável. Depois há o grande acelerador silencioso: a crise da habitação na Europa deixou de ser um tema local e passou a ser estrutural. Segundo o Eurostat, entre 2010 e o segundo trimestre de 2025, na UE, os preços das casas subiram 60,5% e as rendas 28,8%. E quando comparamos o 2.º trimestre de 2025 com o mesmo período de 2024, as rendas subiram 3,2% e os preços 5,4%. Este aperto explica por que motivo, do Luxemburgo à França, do Reino Unido aos Países Baixos, cresce a sensação de “ganhar bem para pagar casa e deslocação” e por que motivo o regresso começa muitas vezes muito antes da mudança física: começa na decisão de comprar, investir, reabilitar ou preparar uma transição.
Um sinal objetivo de que esta ligação económica a Portugal está viva (e a puxar decisões reais) é o fluxo financeiro. Em 2024, as remessas dos emigrantes ultrapassaram os 4,3 mil milhões de euros, um novo máximo histórico segundo o Banco de Portugal. Em 2025, a dinâmica não “arrefeceu”: no 1.º semestre já iam 2.104 milhões de euros, e os últimos dados oficiais até outubro apontam para cerca de 3,5 mil milhões, praticamente em linha com o período homólogo — um sinal de continuidade da capacidade (e intenção) de investir, apoiar família e, cada vez mais, transformar planos em ativos reais.
Quando o dinheiro regressa com esta consistência, a procura por ativos tangíveis, com destaque para imobiliário, terreno, reabilitação e projetos familiares, tende a acompanhar. Para os profissionais do setor em 2026, o sinal é simples: a procura da diáspora vai continuar a crescer, mas vai privilegiar quem estiver presente e quem reduzir fricção. A decisão acontece no estrangeiro, em telemóvel, com pouco tempo e alta exigência de confiança.
Quem comunica com consistência, educa o mercado com informação útil e prova capacidade de acompanhamento à distância, entra mais cedo na shortlist.
É exatamente aqui que a Imocomunidades – Feira do Imobiliário de Portugal pode ajudar: reforçar a sua presença junto das comunidades portuguesas no estrangeiro, dar-lhe montra, contexto e proximidade, e transformar atenção em contactos qualificados — num ano em que “estar visível” deixa de ser opcional.
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